Empréstimo consignado é alternativa para organizar vida financeira; saiba mais

Descontado diretamente na folha de pagamento ou no benefício do INSS, o consignado tem as menores taxas do mercado financeiro

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De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o total de brasileiros com dívidas no país, em atraso ou não, chegou a 65,1% em 2019. Esse percentual de débitos é ainda agravado com os gastos do fim de ano e as tradicionais “contas de ano novo”, como taxa de rematrícula, IPTU, IPVA, material escolar, faculdade e outros.
Em meio ao caos da vida financeira no Brasil, a renegociação de dívidas é o principal objetivo de quem deseja alinhar as finanças. Dessa forma, com um planejamento inicial e visualização panorâmica de quais contas estão em atraso, é possível entender a realidade do seu próprio cenário para, então, traçar o caminho para a renegociação das pendências.
Neste momento, uma opção de empréstimo consignado se revela como a melhor alternativa para tomar as rédeas da vida financeira novamente. Diferentemente dos outros modelos de crédito, o consignado desconta as parcelas diretamente do salário de servidores públicos ou do benefício de aposentados e pensionistas do INSS. Dessa forma, como o risco de inadimplência é menor, a taxa de juros também é reduzida, em comparação com as demais modalidades de empréstimo.
Vale destacar, no entanto, que nem todos os brasileiros são elegíveis para esta modalidade, apenas servidores públicos, aposentados e pensionistas do INSS. Entre os benefícios do crédito consignado está a margem consignável, aprovada pelo Banco Central (BC) em que as parcelas pagas mensalmente ao banco podem chegar ao limite de 35% do benefício recebido, dos quais 5% são destinados para o cartão de crédito consignado.
Outro diferencial do empréstimo consignado para quem deseja ajustar a vida financeira está a iniciativa da não consulta ao SPC e ao Serasa, desde que haja margem consignável para efetivar o empréstimo.
O valor do consignado solicitado em empréstimo pode ser usado para quitar, por exemplo, dívidas com cartão de crédito e com cheque especial, que contam com as maiores taxas de juros do mercado financeiro. Dessa forma, eliminando estes débitos, é possível pagar o empréstimo mensalmente em parcelas dentro da própria margem consignável, descontada diretamente na conta de recebimento de salário/benefício.
Em 2019, BC registrou um crescimento no total de solicitações de empréstimo consignado. O principal motivo para esta expansão são os juros, que se tornaram mais atraentes para os aposentados e pensionistas. Nos últimos meses, eles caíram de 27,1% para 25% por ano, em média, diferentemente do cheque especial que foi limitado a 151,8% ao ano.

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