Seis vítimas da queda de avião no Campo de Marte têm quadro estável

Agentes da Cenipa fazem perícia no aeroporto desde o início da noite de domingo, após o acidente; pista para aeronaves está fechada até 19 horas, somente helicópteros pousam e decolam

Vista do avião modelo King Air C90, no Campo de Marte, que caiu no domingo, 29, à noite Foto: WILLIAN MOREIRA/FUTURA PRESS

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O quadro das seis vítimas da queda de uma aeronave de pequeno porte no Campo de Marte, na zona norte paulistana, é estável na manhã desta segunda-feira, 30. O acidente aconteceu no início da noite deste domingo, 29. Dos sete ocupantes do avião, quatro foram arremessados para fora e três tiveram de ser retirados das ferragens. O piloto não resistiu aos ferimentos.

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Agentes do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) estão no aeroporto realizando a coleta de dados, uma das etapas da perícia. O local segue fechado para pouso de aeronaves até as 19 horas, podendo ser prorrogado.

Inicialmente, segundo a Infraero, a pista para aviões permaneceria fechada até 13 horas, mas o prazo foi esticado.  A pista de pousos e decolagens de helicópteros não chegou a ser interditada e segue funcionando.

Os seis feridos foram levados para hospitais na capital. Enzo Denardi e Geraldo Denardi estão internados no Hospital Santa Isabel, na região central, e, segundo a assessoria do hospital, estão “aos cuidados do grupo de trauma, estáveis e sem previsão de alta hospitalar”.


Benê Santos de Souza permance internado no Hospital das Clínicas e seu estado de saúde é estável. Nereu Danardi foi levado para o Conjunto Hospitalar do Mandaqui, unidade do governo do Estado e, na manhã desta segunda-feira, 30, foi transferido para o Hospital Israelita Albert Einstein.

Agnaldo Nunes da Silva está internado no Hospital São Camilo. Seu quadro é estável e não há previsão de alta.

De acordo com o Hospital SANP, Agnaldo Crippa sofreu politraumatismo secundário e está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O hospital informou que ele se encontra sob ventilação mecânica por causa de uma “inflamação importante de vias aéreas por inalação de grande quantidade de fumaça tóxica, fato que prejudica a capacidade de oxigenação nos pulmões”. Seu estado de saúde é estável, mas ainda requer cuidados intensivos.

Fonte Estadão Conteúdo
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